Home » Dentes na melhor idade: por que o cuidado odontológico muda após os 60
O que você vai encontrar neste artigo:
ToggleA saúde bucal é importante em qualquer fase da vida, mas na melhor idade demanda atenção especial. O corpo passa por transformações naturais que afetam a boca, exigindo cuidados personalizados.
Neste artigo, você conhece as principais mudanças na saúde bucal após os 60 e confere dicas práticas para lidar com as queixas mais comuns. Continue lendo e descubra como manter um sorriso saudável na melhor idade!
A manutenção da saúde bucal depois dos 60 anos não é somente para ter um sorriso bonito. É uma questão de saúde geral, qualidade de vida e bem-estar integral.
Problemas como gengivite, cáries e perda dentária podem afetar o coração, o controle do diabetes e a nutrição, já que a mastigação inadequada dificulta a absorção de nutrientes.
Outro ponto é o impacto na autoestima e vida social do idoso. Dentes saudáveis permitem sorrir sem vergonha, falar com confiança e aproveitar momentos à mesa sem dor ou limitações.
Muitos idosos deixam de sair ou interagir por constrangimento com a aparência ou problemas bucais, o que pode levar ao isolamento e à depressão. Por isso, investir em prevenção e tratamentos adequados preserva a saúde, a alegria e a independência nessa fase tão especial da vida.
O corpo se transforma com o passar dos anos e a saúde bucal não fica de fora. As mudanças exigem atenção redobrada, pois podem aumentar o risco de problemas dentários e afetar a qualidade de vida.
Abaixo, listamos as alterações mais comuns e como elas impactam o sorriso na melhor idade:
As gengivas tendem a se retrair com o envelhecimento, expondo partes da raiz dos dentes que antes ficavam protegidas. Com isso, há um aumento da sensibilidade a alimentos quentes ou frios, elevação do risco de cáries na raiz do dente e maior chance de mobilidade dentária.
A produção de saliva diminui com a idade, mas muitos idosos sofrem ainda mais com esse problema devido ao uso de medicamentos como anti-hipertensivos e antidepressivos.
A saliva protege os dentes contra cáries e infecções, e ajuda na digestão. Sem ela, há um maior risco de aftas, mau hálito e dificuldade para mastigar e engolir.
Os idosos têm maior predisposição a cáries devido à raiz exposta, boca seca e dificuldade na higienização, sobretudo quem usa próteses dentárias ou tem limitações motoras. Muitas vezes, as cáries avançam sem causar dor, só sendo percebidas quando já há danos maiores.
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O osso que sustenta os dentes perde densidade com o envelhecimento. O problema pode levar ao amolecimento dos dentes e até à perda dentária se não for tratado. Quem usa dentadura convencional também pode notar que ela fica menos ajustada com o tempo, exigindo adaptações periódicas.
Anos de mastigação, bruxismo e escovação incorreta podem levar ao desgaste do esmalte dental, deixando os dentes mais amarelados, frágeis e suscetíveis a trincas. Esse processo é natural, mas pode ser acelerado por hábitos como o consumo excessivo de café, refrigerantes e cigarro.
Alguns problemas bucais são mais frequentes na melhor idade, mas com cuidados certos é possível preveni-los ou minimizar seus impactos. Veja as principais queixas e como lidar com elas:
Prevenção é a melhor solução! Muitos desses problemas podem ser evitados com visitas regulares ao dentista e higiene adaptada. Na dúvida, sempre consulte um especialista em odontogeriatria!
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