Diabetes odontologia

O diabetes se caracteriza pelo aumento de glicose no sangue, e pacientes nessa condição têm maior risco de desenvolver problemas bucais e interferência no fluxo salivar.

Diabéticos são mais afetados por gengivite, doença periodontal, problemas de cicatrização e alterações fisiológicas que reduzem a imunidade, aumentando a probabilidade de infecções. Outros sintomas comuns podem ser: halitose e xerostomia.

A halitose (mau hálito) no diabético descompensado tem cheiro de maçã podre (hálito cetônico), porém ele não é uma exclusividade dos diabéticos. Este problema também acomete pacientes com higiene oral deficiente, gengivite, fumantes, xerostomia, bebida alcoólica, algumas medicações de uso contínuo, cândida, atas e, úlceras. Já a xerostomia é a diminuição da produção de saliva, podendo dificultar a fala, mastigação e aumentar as cáries.

Diabetes odontologia

O paciente que não trata suas infecções bucais não consegue controlar sua diabetes e vice-versa.

Tipos de Diabetes

Tipo I (insulino-dependente)

Deve-se a destruição das células do pâncreas, produtoras de insulina, o que predispõe o indivíduo a cetoacidose metabólica, complicação grave quando o corpo produz ácidos sanguíneos em excesso. Aparece normalmente na infância, é sempre tratada com insulina, medicamentos, planejamento alimentar e, exercícios físicos para controle do açúcar no sangue.

Tipo II (não insulinos-dependentes)

Resulta na combinação de resistência à insulina e deficiência na secreção da mesma. Atinge 90 % das pessoas com diabetes e afetas mais adultos. Dependendo da sua gravidade, pode ser tratado com insulina e/ou outras medicações para controle da glicose, sendo que em outros casos também pode ser controlada com atividade física e planejamento alimentar.

Gestacional

Durante a gravidez a mulher tem um grande desequilíbrio hormonal, e pode aumentar a produção de insulina pelo pâncreas na tentativa de regular esse quadro. Quando isso não acontece o feto recebe grandes quantidades de glicose, podendo ter risco de crescimento excessivo (macrossomia fetal), partos traumáticos, hipoglicemia neonatal e até obesidade e diabetes na vida adulta.
Os sintomas não são identificáveis, por isso recomenda-se à partir da 24 semana da gravidez realizar o teste oral de tolerância a glicose. Se for constatado é possível controlar na maioria das vezes só com reeducação alimentar e prática de exercícios físicos. Casos mais graves, associa-se insulina.

Como é o tratamento:

Para iniciar uma reabilitação é necessário agendar uma avaliação com um dentista, que irá pedir uma série de exames como o raio-x, tomografia, exames de sangue e estado geral de saúde.

Após a realização dos exames, o profissional irá realizar o melhor tratamento indicado para cada caso, que podem envolver implantes (unitários, múltiplos, protocolos, overdentures) e próteses fixas ou removíveis, de modo a devolver as funções do sorriso.

Benefícios:

A perda de um único dente pode acarretar inúmeros problemas, como dores de cabeça, problemas nutricionais, trauma dos músculos faciais e até problemas psicológicos, daí a importância de reabilitar o sorriso.

Reabilitar é tornar hábil novamente, tornar viável e útil o que estava prejudicado. Por isso, quando um paciente decide restaurar seu sorriso, é fundamental esclarecer como cuidar da higiene bucal, com as informações básicas como:

  • Quantas vezes escovar os dentes;
  • A maneira correta de escovar;
  • O tempo de escovação;
  • O uso do fio dental, etc.

A longevidade de uma reabilitação depende dos hábitos do paciente e de visitas regulares ao profissional.

Contraindicações:

Atualmente, o tratamento de reabilitação do sorriso pode ser feito em pessoas de qualquer idade, desde que estejam em bom estado de saúde. Pacientes com má qualidade óssea, dificuldade de anatomia, má higiene bucal regular, osteoporose, pacientes submetidos a radioterapia, diabéticos, portadores de marcapasso ou HIV positivos podem não apresentar um quadro favorável para iniciar esse tipo de tratamento.

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DEPOIMENTOS

Sim, todas as pessoas com diabetes podem passar por qualquer tipo de tratamento dentário. A chave está em manter o diabetes sob controle e informar o dentista sobre sua condição.

Desde que o diabetes do paciente esteja controlado, é possível receber anestesia. Cada situação deve ser avaliada individualmente, e o dentista pode solicitar exames laboratoriais se houver dúvidas.

Sim, é possível, mas sob certas condições. A indicação do implante deve ser precisa, com boa higiene bucal e quantidade suficiente de osso. Além disso, o paciente deve ter um bom controle da doença.

Os diabéticos frequentemente enfrentam sintomas como boca seca, aftas, cáries e comprometimento do paladar, bem como cicatrização lenta e infecções por fungos, como a candidíase oral. Infecções gengivais são particularmente desconfortáveis para eles.