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A imagem mostra um idoso no dentista
5 de maio de 2025
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Dentes na melhor idade: por que o cuidado odontológico muda após os 60

A saúde bucal é importante em qualquer fase da vida, mas na melhor idade demanda atenção especial. O corpo passa por transformações naturais que afetam a boca, exigindo cuidados personalizados.

Neste artigo, você conhece as principais mudanças na saúde bucal após os 60 e confere dicas práticas para lidar com as queixas mais comuns. Continue lendo e descubra como manter um sorriso saudável na melhor idade!  

A imagem mostra um idoso no dentista

 

Saúde bucal na melhor idade: qual a importância?

A manutenção da saúde bucal depois dos 60 anos não é somente para ter um sorriso bonito. É uma questão de saúde geral, qualidade de vida e bem-estar integral. 

Problemas como gengivite, cáries e perda dentária podem afetar o coração, o controle do diabetes e a nutrição, já que a mastigação inadequada dificulta a absorção de nutrientes. 

Outro ponto é o impacto na autoestima e vida social do idoso. Dentes saudáveis permitem sorrir sem vergonha, falar com confiança e aproveitar momentos à mesa sem dor ou limitações. 

Muitos idosos deixam de sair ou interagir por constrangimento com a aparência ou problemas bucais, o que pode levar ao isolamento e à depressão. Por isso, investir em prevenção e tratamentos adequados preserva a saúde, a alegria e a independência nessa fase tão especial da vida. 

 

Principais mudanças na saúde bucal com o avanço da idade

O corpo se transforma com o passar dos anos e a saúde bucal não fica de fora. As mudanças exigem atenção redobrada, pois podem aumentar o risco de problemas dentários e afetar a qualidade de vida. 

Abaixo, listamos as alterações mais comuns e como elas impactam o sorriso na melhor idade:  

 

Retração gengival  

As gengivas tendem a se retrair com o envelhecimento, expondo partes da raiz dos dentes que antes ficavam protegidas. Com isso, há um aumento da sensibilidade a alimentos quentes ou frios, elevação do risco de cáries na raiz do dente e maior chance de mobilidade dentária.  

 

Boca seca (xerostomia)  

A produção de saliva diminui com a idade, mas muitos idosos sofrem ainda mais com esse problema devido ao uso de medicamentos como anti-hipertensivos e antidepressivos. 

A saliva protege os dentes contra cáries e infecções, e ajuda na digestão. Sem ela, há um maior risco de aftas, mau hálito e dificuldade para mastigar e engolir.  

 

Maior risco de cáries  

Os idosos têm maior predisposição a cáries devido à raiz exposta, boca seca e dificuldade na higienização, sobretudo quem usa próteses dentárias ou tem limitações motoras. Muitas vezes, as cáries avançam sem causar dor, só sendo percebidas quando já há danos maiores.  

 

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Perda óssea e enfraquecimento dos dentes  

O osso que sustenta os dentes perde densidade com o envelhecimento. O problema pode levar ao amolecimento dos dentes e até à perda dentária se não for tratado. Quem usa dentadura convencional também pode notar que ela fica menos ajustada com o tempo, exigindo adaptações periódicas.  

 

Desgaste natural dos dentes  

Anos de mastigação, bruxismo e escovação incorreta podem levar ao desgaste do esmalte dental, deixando os dentes mais amarelados, frágeis e suscetíveis a trincas. Esse processo é natural, mas pode ser acelerado por hábitos como o consumo excessivo de café, refrigerantes e cigarro.  

 

Queixas e doenças bucais que acometem idosos: o que fazer?

Alguns problemas bucais são mais frequentes na melhor idade, mas com cuidados certos é possível preveni-los ou minimizar seus impactos. Veja as principais queixas e como lidar com elas:  

  • Boca seca: beba água regularmente, use saliva artificial (se indicado) e evite álcool e cigarro. Chicletes sem açúcar ajudam a estimular a salivação;  
  • Gengivite e periodontite (inflamações na gengiva e periodonto): faça limpezas profissionais a cada 6 meses e use escova macia com a técnica correta. Fio dental diário é essencial;  
  • Cáries radiculares: use creme dental com flúor e escove suavemente a região próxima à gengiva. Enxaguantes bucais sem álcool também ajudam;  
  • Desgaste dentário e sensibilidade: evite escovar com força e use pasta para dentes sensíveis. Casos graves podem exigir restaurações;  
  • Dificuldade com próteses dentárias: faça revisões anuais para ajustes e limpe a prótese diariamente;  
  • Perda óssea e mobilidade dentária: consuma cálcio e vitamina D, e considere implante e prótese fixa dentária, se houver necessidade de reposição de dentes.  

Prevenção é a melhor solução! Muitos desses problemas podem ser evitados com visitas regulares ao dentista e higiene adaptada. Na dúvida, sempre consulte um especialista em odontogeriatria!  

 

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